Moda, Beleza e Estética
Cheguei em casa ontem à noite e, querendo uma leitura rápida e fácil, peguei o caderno Donna DC, do Diário Catarinense. É um suplemento que fala de moda, beleza e estética – como o blog
– e vem no jornal de domingo – que chega no sábado à tarde. Uma das seções é o antes&depois: levam uma leitora ao salão, cortam e pintam o cabelo, fazem sobrancelha, maquiagem, como em várias revistas e programas de tv por aí. Mas dessa vez, li a melhor definição para o meu cabelo, quando não está muito bem tratado. Clique na imagem para ler:

É isso mesmo, segundo a leitora, os cabelos dela eram rebeldes e bandidos: ou estavam presos ou armados!
Depois de um período com o cabelo curto, voltei a deixar crescer, decidida a mantê-lo apresentável. Acontece que meu cabelo, quando cresce, fica com as raízes oleosas e as pontas ressecadas. Assim, quando solto, acaba ficando pesado, com a parte de cima grudada na cabeça, sem volume, e as pontas com todo o volume que devia estar dividido pelo cabelo todo. À medida que o cabelo vai descendo, vai ficando mais armado. Enfim, tenho cabelos bandidos, como a Olinda de Liz. O resultado: cabelo eternamente preso em rabo-de-cavalo ou coque.
Claro que o fato de eu não estar cuidando muito bem dele estava piorando a situação. Por comodidade, estava frequentando um salão meia-boca do lado de casa. Bom, não se pode exatamente chamar de frequentar aparecer lá uma vez por bimestre, mais ou menos. A cabelereira, dona do salão, está com problema de visão, o que resultou em um buraco na sobrancelha na última vez que fui lá, além de cortes de cabelo um tanto assimétricos. Nisso, já precisava cortar e pintar o cabelo, mas fui deixando pra depois, afinal precisava descobrir outro salão tão barato quanto, mas que fosse bem melhor.
Duas semanas atrás, fiz meio que um desses antes e depois. Corri pro salão antes de viajar, pintei o cabelo e cortei. Tirei um bom pedaço do comprimento e mudei o corte, tentando deixar mais leve e mais ajeitadinho. Com a ajuda de um produtinho pra ajudar em casa (sobre o qual vou falar depois, em outro post), posso agora dizer que meu cabelo era sim bandido, mas cumpriu a pena, se regenerou e voltou à liberdade: posso andar com ele soltinho por aí!
Deixe um comentário