Moda, Beleza e Estética
Como já imaginava que fosse acontecer, cansei do cheiro do Creme de Hidratação Nazca Origem Equilíbrio. Não que o cheiro seja ruim, muito menos o creme, mas o pote é muito grande e acabei enjoando antes de chegar na metade. Resolvi então comprar outro menor, pra usar por um tempo, e depois voltar ao Nazca. No supermercado, não estava encontrando nenhum diferente que me interessasse, então decidi pela Seda, já que ainda não testei os cremes de tratamento depois da reformulação. Não tinha o Ondas Definidas ou algo assim, que eu gostava. Queria um pra brilho, e também não tinha. Então escolhi o Creme de Tratamento Seda S.O.S. Queda.
Não sei porque escolhi esse! Meu cabelo cai bastante, mas nada fora do normal. Parece muito porque é comprido e escuro, mas é a quantidade que cai pra qualquer pessoa. E cai pelo envelhecimento do fio mesmo, ciclo natural, não por quebra. E eu sabia que o creme é pra queda provocada pela quebra. O meu cabelo não quebra. Pra que comprei? Sei lá.
O creme é menos consistente que o Nazca, e rende menos. O cheiro também não é lá essas coisas, mas pelo menos é diferente. Assim como o Nazca, deixa os fios macios, mas não controla tanto o frizz nem dá brilho como o outro.
Enfim, não é que o creme seja ruim. Só não é o que meus cabelos precisavam…
Há mais de um ano, passei a ter o hábito de usar constantemente um shampoo anti-resíduos. Uso sempre alguns dias antes de pintar (com tinta comum, porque com henna uso imediatamente antes). Mas também uso quando sinto a raiz muito oleosa, ou os fios muito pesados por sobrinhas de outros produtos. Em geral, lavo o cabelo com esse tipo de shampoo uma vez por semana.
Nesse tempo, só testei dois shampoos anti-resíduos diferentes: Newcare e Eos Oligomix. Esse tipo de shampoo dura bastante, por ser pouco usado, então um frasco dura bastante. O primeiro custou uns 12 reais, e o outro estava em promoção por 8. O que tenho agora é o Eos, mas prefiro o Newcare. Os dois parecem limpar igual, mas o Newcare rende mais, porque é mais espesso, e o cheiro é muito muito muito bom. Não fiquei insatisfeita com o Eos, mas quando acabar, ou testo outro, ou repito o Newcare…
Depois de muito penar atrás de uma tinta que não deixasse meu cabelo tão ressecado, me acertei com a da Avon e usei por um bom tempo. Mas no fim do ano passado eu deixei de vender Avon, e depois de um tempo acabou o estoque de tinta que eu tinha. Precisava, então, voltar a procurar outra.
Mesmo gostando da coloração Avon, não andava mais tão satisfeita. Os fios brancos estavam aparecendo muito rápido, em no máximo 10 dias. Resolvi pesquisar sobre as alternativas que poderia usar. Cheguei a pensar em parar de pintar, mas os fiozinhos brancos, apesar de poucos, me incomodam. Além disso, continuava não querendo pintar em salão. Li sobre a henna e decidi tentar.
Fui na Dopéca, loja de cosméticos de Itapema, e pedi ajuda pra vendedora. A primeira coisa que gostei é que ela explicou que existia a tradicional, em pó, e uma mais nova em creme. O creme é bem mais prático, pois não precisa ser misturado com água quente e faz menos sujeira. A forma de aplicação é a mesma das outras tintas que eu já usava, com a diferença de que o cabelo devia estar bem limpo e úmido.
A henna que comprei foi da marca Surya, cor vermelha. Gente, amei!!! O cheiro é muito mais suave do que o de qualquer tinta que já usei. Cobriu perfeitamente os fios brancos, que estão bem vermelhinhos (se eu tivesse mais fios, estaria parecendo luzes). Ao contrário de outras tintas, que só deixavam o cabelo com um brilho avermelhado (já que o meu cabelo é castanho muito-muito escuro), deu uma clareadinha muito discreta na cor, e deixou com um brilho lindo mesmo sem a luz direta batendo nos fios. Como é um produto mais natural, o risco de alergias é menor. Em momento algum, senti o couro cabeludo arder ou coçar, mesmo estando bem limpo.
Mas o melhor de tudo – sim, ainda tem mais – é que, quando fui lavar cabelo pra tirar a henna, cheguei a me assustar. Os fios estavam tão macios e hidratados que parecia que eu tinha acabado de fazer uma super hidratação, e não usado tintura! Não ficou nada ressecado, o cabelo ficou lindo, saudável, fiquei impressionada!
Defeitos? Durante uns 3 dias, a cada lavação, ainda saía uns restinhos de vermelho, então precisei cuidar bastante pra não manchar toalhas e roupas. O preço é o de tintas mais carinhas, por volta de 20 reais (mas valeu!). Ainda não sei a durabilidade, pois pintei no fim de semana passado; por enquanto não desbotou nada. O tempo de ação também foi maior; no meu caso, com fios muito escuros, precisei de uma hora.
Ainda tenho vontade de clarear um pouco mais o cabelo ou voltar a fazer luzes, mas por enquanto não estou di$po$ta a ter que ir em salão e fazer retoques mais frequentes. Então, vou passar a usar a henna até que mude de ideia quanto à cor, porque a qualidade do produto é muito boa!
Há bastante tempo uso aqueles cremes de hidratação de 3, 5, 15 minutos, mais ou menos uma vez por semana. Costumo deixar o pote dentro do box, junto com o shampoo e o condicionador, assim não esqueço de usar. E é bem comum que o condicionador acabe e, até que eu lembre de pegar ou comprar outro, use o creme de hidratação como se fosse condicionador comum por uns dias.
Aí eu li um post da Paola falando que melhor do que usar condicionador é usar uma máscara de hidratação no dia a dia. Bom, eu já fazia isso antes, ainda que só uma vez ou outra… Aproveitei quando o condicionador e a máscara acabaram, juntei com uma ida ao supermercado e fui escolher outra. As opções, claro, eram várias. Escolhi uma baratinha por dois motivos: apesar de adorar as dicas da Paola, não tinha certeza se daria certo pro meu cabelo, super oleoso; além disso, parecia ser a mais adequada pras necessidades do meu cabelo no momento.
O escolhido foi o Creme de Hidratação, marca Nazca, linha Origem Equilíbrio. O potão tem 1 quilo e custou menos de 6 reais. Tem flor de maracujá e camomila, queratina, silicone e vitamina E. Promete equilíbrio e suavidade para cabelos estressados. Pode ser usado pra hidratação rápida (3 a 5 minutos) ou mais profunda (15 minutos).
Vou pro chuveiro, lavo os cabelos, aplico o creme, tomo o resto do banho e só depois tiro o creme (já era assim que fazia com condicionador comum). Estou gostando bastante do resultado. Raramente tenho precisado de algum leave-in antifrizz, porque o creme já controla bem. Os fios estão macios, hidratados e com aspecto saudável. Andam mais oleosos, mas a culpa é da água mais quente, agora que o verão acabou.
Não é um efeito “nossa, fez milagre no meu cabelo!”. Mas vale um “puxa, o cabelo está legal e vou usar até o fim!”. Quando terminar o pote – e isso ainda vai demorar bastante – devo trocar de marca ou pelo menos de linha, porque até lá já devo estar cansada do cheiro dele (que não é ruim nem enjoativo, mas não é dos meus preferidos).
A Panvel é uma rede de farmácias com lojas em SC e RS. Já falei dela várias vezes no blog, porque adoro a diversidade de produtos de beleza que eles vendem, inclusive várias novidades que ainda não existem em outros lugares. A rede tem lançado vários produtos de marca própria, e ando comprando alguns deles pra experimentar. Outra coisa muito boa é que a farmácia tem um cartão de fidelidade. Usei os pontos que acumulei no ano passado e troquei por produtos da linha Panvel, pois queria conhecer vários deles.
Os primeiros que escolhi foram o shampoo e o condicionador Panvel Vert de maracujá:

A embalagem diz que é biorregulador, proporcionando sedosidade e maciez. Além disso, o shampoo não tem sal. Nos primeiros dias, fiquei com a impressão de que a raiz ficou ainda mais oleosa. Mas foi só impressão mesmo, e a oleosidade era culpa do calor. Continuei usando e, a cada vez, o efeito era melhor. O cabelo está realmente macio e sedoso. De brinde, o frizz continua controlado.
E o cheirinho? Muuuito bom! Adoro maracujá, e na verdade escolhi essa versão mais pelo cheiro do que pela função, ainda bem que valeu a pena. O shampoo, principalmente, rende muito. Não lembro quanto custou e não estão disponíveis no site, mas era um pouco menos de 10 reais cada.
Defeito? Esse aí em baixo:

A parte de trás do rótulo do shampoo é escrita em um tom muito parecido com o do shampoo, o que torna muito difícil de ler durante o banho – sim, tenho o hábito de ler rótulos durante o banho…
Gostei muito e vou comprar de novo, talvez não o mesmo, quero experimentar outros da mesma linha Panvel Vert, que foi mais do que aprovada!
O shampoo e o condicionador que estava usando acabaram, passei pra uma linha da Panvel que comprei pra provar. Bom – depois falo sobre eles, mas a raiz voltou a ficar oleosa; não sei se pelos produtos ou pelo calor que aumentou.
Lá fui eu atrás de shampoo e condicionador pra cabelos mistos. Olhei todos os que estavam nas prateleiras das Americanas. Escolhi um que nunca tinha usado. Cheguei em casa, fui tomar banho, lavei o cabelo. Depois parei, olhem bem pras embalagens e fiquei tentando entender porque comprei a linha Reparação Total (ou algo assim), pra cabelos ressecados…
Já me preparando pra sair e fazer compra de novo, percebi que resolveu a oleosidade. Eu, hein!