Moda, Beleza e Estética
Há bastante tempo uso aqueles cremes de hidratação de 3, 5, 15 minutos, mais ou menos uma vez por semana. Costumo deixar o pote dentro do box, junto com o shampoo e o condicionador, assim não esqueço de usar. E é bem comum que o condicionador acabe e, até que eu lembre de pegar ou comprar outro, use o creme de hidratação como se fosse condicionador comum por uns dias.
Aí eu li um post da Paola falando que melhor do que usar condicionador é usar uma máscara de hidratação no dia a dia. Bom, eu já fazia isso antes, ainda que só uma vez ou outra… Aproveitei quando o condicionador e a máscara acabaram, juntei com uma ida ao supermercado e fui escolher outra. As opções, claro, eram várias. Escolhi uma baratinha por dois motivos: apesar de adorar as dicas da Paola, não tinha certeza se daria certo pro meu cabelo, super oleoso; além disso, parecia ser a mais adequada pras necessidades do meu cabelo no momento.
O escolhido foi o Creme de Hidratação, marca Nazca, linha Origem Equilíbrio. O potão tem 1 quilo e custou menos de 6 reais. Tem flor de maracujá e camomila, queratina, silicone e vitamina E. Promete equilíbrio e suavidade para cabelos estressados. Pode ser usado pra hidratação rápida (3 a 5 minutos) ou mais profunda (15 minutos).
Vou pro chuveiro, lavo os cabelos, aplico o creme, tomo o resto do banho e só depois tiro o creme (já era assim que fazia com condicionador comum). Estou gostando bastante do resultado. Raramente tenho precisado de algum leave-in antifrizz, porque o creme já controla bem. Os fios estão macios, hidratados e com aspecto saudável. Andam mais oleosos, mas a culpa é da água mais quente, agora que o verão acabou.
Não é um efeito “nossa, fez milagre no meu cabelo!”. Mas vale um “puxa, o cabelo está legal e vou usar até o fim!”. Quando terminar o pote – e isso ainda vai demorar bastante – devo trocar de marca ou pelo menos de linha, porque até lá já devo estar cansada do cheiro dele (que não é ruim nem enjoativo, mas não é dos meus preferidos).
A Panvel é uma rede de farmácias com lojas em SC e RS. Já falei dela várias vezes no blog, porque adoro a diversidade de produtos de beleza que eles vendem, inclusive várias novidades que ainda não existem em outros lugares. A rede tem lançado vários produtos de marca própria, e ando comprando alguns deles pra experimentar. Outra coisa muito boa é que a farmácia tem um cartão de fidelidade. Usei os pontos que acumulei no ano passado e troquei por produtos da linha Panvel, pois queria conhecer vários deles.
Os primeiros que escolhi foram o shampoo e o condicionador Panvel Vert de maracujá:

A embalagem diz que é biorregulador, proporcionando sedosidade e maciez. Além disso, o shampoo não tem sal. Nos primeiros dias, fiquei com a impressão de que a raiz ficou ainda mais oleosa. Mas foi só impressão mesmo, e a oleosidade era culpa do calor. Continuei usando e, a cada vez, o efeito era melhor. O cabelo está realmente macio e sedoso. De brinde, o frizz continua controlado.
E o cheirinho? Muuuito bom! Adoro maracujá, e na verdade escolhi essa versão mais pelo cheiro do que pela função, ainda bem que valeu a pena. O shampoo, principalmente, rende muito. Não lembro quanto custou e não estão disponíveis no site, mas era um pouco menos de 10 reais cada.
Defeito? Esse aí em baixo:

A parte de trás do rótulo do shampoo é escrita em um tom muito parecido com o do shampoo, o que torna muito difícil de ler durante o banho – sim, tenho o hábito de ler rótulos durante o banho…
Gostei muito e vou comprar de novo, talvez não o mesmo, quero experimentar outros da mesma linha Panvel Vert, que foi mais do que aprovada!
O shampoo e o condicionador que estava usando acabaram, passei pra uma linha da Panvel que comprei pra provar. Bom – depois falo sobre eles, mas a raiz voltou a ficar oleosa; não sei se pelos produtos ou pelo calor que aumentou.
Lá fui eu atrás de shampoo e condicionador pra cabelos mistos. Olhei todos os que estavam nas prateleiras das Americanas. Escolhi um que nunca tinha usado. Cheguei em casa, fui tomar banho, lavei o cabelo. Depois parei, olhem bem pras embalagens e fiquei tentando entender porque comprei a linha Reparação Total (ou algo assim), pra cabelos ressecados…
Já me preparando pra sair e fazer compra de novo, percebi que resolveu a oleosidade. Eu, hein!
Há uns dias, tive uma dessas viroses (ou outra coisa, ainda não se sabe bem o que é) que andam espalhadas pelo litoral do país. Detalhes são desnecessários
, mas passei quase uma semana comendo pouco, à base de torradas, cream cracker, água de coco e sopinhas. Melhorei, voltei a comer normalmente, mas percebi que o estrago era maior do que pensava: cabelos com raízes muito oleosas e pontas super ressecadas, muito frizz, fios frágeis. Sem falar nas unhas descamando, pele também ressecada, as cutículas engrossaram, cabelo caindo mais… Tudo culpa da má nutrição…
Tentei usar os shampoos, condicionadores e cremes de hidratação de sempre, tanto os de uso diário quanto os “especiais” pra quando o cabelo não está muito bem. Nenhum Seda nem Avon (que são os que o meu cabelo aceita melhor) deu conta. A cada lavação, fios cada vez menos saudáveis…
Lembrei do shampoo e da máscaras restauradores da Bio-Médicin que experimentei no ano passado. Tenho certeza que eles resolveriam o problema, mas ainda não estou disposta – nem sei se um dia estarei – a pagar uns 100 reais por eles.
Pensei então em experimentar uma das linhas Mix-Use ou Rishon Tutanat, já que leio muitos elogios às duas marcas em outros blogs. Lá fui eu pra uma loja de cosméticos ver se encontrava (se bem que não lembrava se são vendidos em lojas). Cheguei lá, vi um monte de produtos que já usei e sabia que não resolveriam, uma ou outra marca conhecida mas que ainda não tinha experimentado e várias que nunca tinha visto ou ouvido falar. No meio de tantas opções, fiquei em dúvida e pedi ajuda pra vendedora. Ela mostrou o shampoo e o condicionador da linha T-One Raízes Oleosas/Pontas Secas, da marca Tânagra.

Era uma dessas que eu não conhecia. Cada um custava por volta de 20 reais, muito mais do que eu costumo aceitar pagar. O shampoo é sem sal, os outros que já usei deixaram o cabelo ressecado. O shampoo também é transparente, os outros que já usei pareciam não limpar bem os fios. Mas estava tão preocupada com a situação do cabelo e tão sem saber o que fazer que aceitei a sugestão.
Faz uns 10 dias que estou usando todos os dias, uma ou 2 vezes. O cheiro é muito bom! O shampoo faz bastante espuma (não gosto dos que não fazem, aumenta a sensação de que não está limpando). Logo depois de retirar a espuma, o cabelo parece mais poroso, com as cutículas abertas, mas a impressão que fica é de que está assim porque agiu mais profundamente. Assim que aplico o condicionador, essa textura desagradável some.
Não posso dizer que fez milagres. Mas, desde o primeiro dia, o aspecto melhorou bastante, o ressecamento foi embora, o frizz também, o volume voltou a ficar controlado, a oleosidade das raízes praticamente desapareceu. Só não está perfeito porque, olhando, parece super macio, mas quando toco os fios sinto que ainda poderia estar melhor, como algumas semanas atrás.
Por causa do preço, acho que vou continuar usando esse shampoo e o condicionador no dia a dia só até que esses frascos acabem. Depois devo voltar para um dos que já usava, ou talvez experimentar outra marca que não seja tão cara. Mas, se precisar novamente, pretendo comprar outras vezes, pois gostei bastante do resultado. Ou, quem sabe, ainda me convenço de que o valor não é tão absurdo assim, pois o efeito e a qualidade compensam…
E então que ontem resolvi pintar meu cabelo antes mesmo de ir pro salão. Tinha lavado no dia anterior, passado condicionador, não usei o shampoo anti-resíduos, então não segui nada do que costumo fazer antes de pintar. E, surpreendentemente, a tinta não fez o couro cabeludo coçar, arder nem nada, vai entender…
Bom, o negócio é que minha irmã se ofereceu pra me ajudar e eu, claro, aceitei. Pensei que ela faria do mesmo jeito que eu: uso a tinta meio como se fosse shampoo, colocando um pouco no cabelo perto da raiz e espalhando, depois em outra parte, até completar a frente e os lados, depois vou colocando no resto do cabelo e mexendo como se estivesse fazendo espuma com o shampoo. Sei que não é o correto, não é assim que fazem no salão, mas é assim que tenho paciência pra fazer, e termino num tempo razoável, antes que meus braços comecem a doer por ficarem levantados. Mas ela não. Ela fez certinho, parecendo profissional!
Pegou um pente de cabo fininho, ia separando as mechas, aplicando bem na raiz e depois puxando pros fios. Fez isso na frente, dos lados, atrás, com a tinta distribuída por igual em todos os fios. Teve a maior paciência, pois demorou um pouco – na verdade eu, que estava sentada, cansei mais do que ela!
A Marina tem 13 anos e nunca pintou o cabelo, só fez umas mechinhas. Eu tenho 32 e pinto o cabelo desde antes de ela nascer. E ela sabe fazer muito melhor do que eu! Contratada! Vai ser minha personal aplicadora de tinta.
Bom, vocês já sabem que, na hora de pintar os cabelos, vivo fazendo trapalhadas e sujando tudo – da pele ao chão do banheiro, passando pela pia e qualquer coisa que esteja em volta. Já esqueci de colocar a luva, apertei o frasco da tinta sem perceber que estava escorrendo e caindo, já derrubei a tinta, de tudo um pouco. Então, não tenho como querer ensinar a não fazer sujeira.
Por outro lado, por tingir os cabelos há muitos anos e, principalmente, fazendo isso sozinha na maior parte do tempo, fui aprendendo a evitar alguns probleminhas. Tenho esse monte de alergias, mas mesmo antes de percebê-las, já sofria com a hora de aplicar a tinta. Enquanto ela agia, o couro cabeludo coçava, ardia, e às vezes a sensação continuava mesmo depois de lavar o cabelo. Eventualmente, o couro cabeludo chegou a descamar e ficar machucado.
As cabeleireiras sempre orientavam para ficar alguns dias sem lavar o cabelo antes de pintar, pois a oleosidade ajudaria a proteger o couro cabeludo. No começo, isso até funcionou. Mas, com o passar do tempo, só esse cuidado já não era mais suficiente. De tanto experimentar o que poderia ajudar, cheguei na seguinte rotina:
Arcos, tiaras, elásticos e fivelas ajudam a disfarçar eventuais arrepiados, volumes ou qualquer rebeldia do cabelo. E, na hora de pintar, vejo que o processo todo vale a pena: nada de coceira, ardências, sensação de queimação, nada! A tinta no cabelo não incomoda mais que um creme de hidratação normal. Além disso, os fios ficam menos ressecados após a coloração.
Ah, e depois de pintar, sigo a orientação dos fabricantes das tintas: lavo só com água e aplico apenas o sachê que já vem com o produto. Lavar normalmente, com os produtos habituais, só no dia seguinte.
Nossa, esse texto ficou longo, hein? Quando respondi o comentário da Adriana, sobre o mesmo assunto, ficou bem mais curtinho…