Moda, Beleza e Estética
O shampoo e o condicionador que estava usando acabaram, passei pra uma linha da Panvel que comprei pra provar. Bom – depois falo sobre eles, mas a raiz voltou a ficar oleosa; não sei se pelos produtos ou pelo calor que aumentou.
Lá fui eu atrás de shampoo e condicionador pra cabelos mistos. Olhei todos os que estavam nas prateleiras das Americanas. Escolhi um que nunca tinha usado. Cheguei em casa, fui tomar banho, lavei o cabelo. Depois parei, olhem bem pras embalagens e fiquei tentando entender porque comprei a linha Reparação Total (ou algo assim), pra cabelos ressecados…
Já me preparando pra sair e fazer compra de novo, percebi que resolveu a oleosidade. Eu, hein!
Há uns dias, eu queria fazer as unhas mas não estava em casa. Passei num supermercado pra comprar algodão e acetona. Só tinha um algodão, Anjinho. Comprei tranquila, porque já usei lenços umedecidos da mesma marca e gostei bastante. E a caixinha é fofa, azul e rosa com anjinho.
Mas o algodão… Ah, o algodão… Já viram algodão seco, meio durinho, quase áspero? Esse é assim. É estranho passar nas unhas, chega a dar uma afliçãozinha. A textura lembra mais manta acrílica (usada pra encher almofadas, por exemplo) do que algodão. Minha irmã também usou e não gostou.
Na embalagem, está escrito que é macio e absorvente. Hum… Não é, não, pelo menos não esse que eu comprei. Além de ser seco, não absorveu bem a acetona. Ao contrário das outras marcas que tenho usado, esse sempre deixou o líquido pingar, independente da quantidade que eu usasse. Diz também que é 100% algodão, mas ele é muito diferente de todos que já vi.
Bom, não é uma coisa insuportável que nunca mais queira ver na vida. Vou usar até terminar, porque não sou de jogar produto fora à toa. E, se acontecer de novo de precisar de algodão e só encontrar esse, até encaro de novo. Mas, tendo opções, certamente vou escolher outro.
Sei que é normal que um lado do nosso corpo seja um pouco diferente. Não somos perfeitamente simétricos. As unhas da mão dominante (a que você mais usa), por exemplo, crescem um pouquinho mais rápido do que as da outra mão – a diferença pode ser imperceptível, mas acontece porque a mão que é mais movimentada tem um maior fluxo sanguíneo, estimulando a renovação das células. Mas minhas cutículas precisavam também ser tão diferentes em cada mão???
De tanto ler blogs falando sobre não tirar as cutículas, comecei a tentar fazer isso também. O resultado não está sendo melhor porque eu não faço tudo direitinho: vivo esquecendo de passar o creminho nas cutículas, nas mãos, de empurrar depois do banho… Mesmo assim, já melhorou.
Na mão esquerda, as cutículas são mais finas, ao empurrar “descolam” fácil da unha e saem bem com o raspador (é esse nome?). Agora só empurro, raspo e uso o alicate apenas em uns pedacinhos que ficam muito levantados. Mas, se antes isso acontecia várias vezes em cada dedo, agora é só uma ou duas tiradinhas com alicate a cada vez. Ótimo! Claro que ainda não fica perfeito quando passo o esmalte, aparece um pouquinho, mas nada que fique horroroso.
Em compensação, na mão direita é tudo diferente. As cutículas são mais grossas, grudadas nas unhas. Quando empurradas, ficam bem aparentes e não saem de jeito nenhum com o raspador. Sem contar que, pra mim, é bem mais difícil fazer essa mão, então já não fica mesmo tão bem feita… Se passar o esmalte desse jeito mesmo, fica muito feio, parecendo que pintei há vários dias e a cutícula já cresceu bastante. Então, o que está acontecendo é que ainda preciso usar o alicate pra retirar o excesso. Não corto mais tão rente quanto antes, deixo um pouquinho, e isso está ajudando a não estimular que cresça mais ainda. Está funcionando também, mas num ritmo muuuuito mais lento.
Será que sou a única a ter tanta diferença assim de uma mão pra outra?
Há uns 3 anos, conheci o esmalte 5ª Avenida, da Colorama. Achei lindo, passou a ser o meu preferido (antes acho que nem tinha um). Usei várias vezes, depois passei um tempo sem usar (até porque fiquei um bom período quase sem usar esmaltes escuros. Na verdade quase sem usar esmaltes…).
Quando quis usar de novo, vi que estava vencido. Não foi fácil jogar o vidrinho no lixo. Fiquei sabendo, não sei como, que ele não era mais fabricado. Não imaginava que isso pudesse acontecer, mas fiquei chateada por saber que não usaria mais a mesma cor. Semanas atrás, uma manicure me falou que ele ainda era vendido, mas sei lá, não acreditei. Nesse tempo todo já tinha visto tantos esmaltes em lojas que achei que, se existisse, eu teria visto. Que engano!
Quando fui na Tok Cosméticos comprar shampoo e condicionador, fui também procurar o esmalte Marina, que queria comprar pra minha irmã. Claro que dei uma olhadinha nas outras cores também. Vi um cesto separado com vários esmaltes em promoção e perguntei qual a direfença entre esses e os que estavam nas prateleiras. A vendedora explicou que os da promoção eram os que já não eram mais fabricados. Perguntei se, por acaso, ainda teria um 5ª Avenida. “Tem, mas não aí. Ele ainda é fabricado, está na prateleira”, e pegou um!
Vontade de comprar uns 10 pra nunca mais ficar sem, mas existe validade, né? Comprei só um mesmo e fui pra casa feliz! Ok, um só desse, mas mais umas cores também…
E aí está, com foto da câmera do celular, desfocada, a cor não está perfeita, mas é melhor do que nada.

Tem um lascadinho ali no cantinho do indicador. Se a foto fosse da mão direita, teria uns restos de esmalte entre vários lascadinhos… Não durou muito, mas acho que a culpa foi minha. Estava acostumada com esmaltes que não cobrem bem na primeira camada, e como não sou muito boa manicure, acabo usando 2 grossas ou até 3 demãos. Esse cobriu super bem já na primeira, mas eu cismei e passei mais uma grossinha. Junte isso ao teclado do computador e pronto, só 3 dias com o esmalte inteiro.
Não sei se estou enganada ou se a cor mudou um pouquinho. Eu tinha a impressão de que ele era um pouquinho mais rosado. Ainda assim, continuo achando o equilíbrio dele entre rosa e vermelho lindo!
Minha ideia era, depois de uns dias, passar por cima um outro esmalte que comprei, vermelho cintilante. Mas como já vou ter que tirar, experimentei o Matte Plus da Big Universo por cima.

Apesar de muita gente não gostar do Matte sobre esmaltes cremosos, até agora achei bonito com todos os esmaltes que testei. Usaria assim tranquilamente, quem sabe na próxima vez que eu passar. Só não vou repetir a cor agora porque tem as outras novas pra experimentar.
Vocês assistem o BBB? Eu sim! Não mais com tanta frequência nem tanto interesse quanto em outras edições, mas ainda acompanho algumas coisas que acontecem. E um dos assuntos do dia é o bigodinho da Angélica.
Trancados dentro da casa, os participantes não tem acesso a cabeleireiro, barbeiro, manicure, depiladora… Salvo uma ou outra vez em que ganham esse tipo de serviço como prêmio, precisam se virar com poucos recursos que são permitidos pela produção. À medida que a semana passa, é um tal de raiz aparecendo, cabelo sem corte, sobrancelha feia… E nisso, o bigodinho da Angélica cresceu e apareceu. Tem gente até sugerindo que ela pegue um barbeador e raspe!
Momento confissão: eu tenho bigodinho. Ai. Odeio ter, claro. Mas fazer o que se eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim, Gabriela. Ops! Não preciso ser sempre assim, né, porque depilação a laser tá aí pra isso. Mas depilação definitiva não é de graça e por enquanto eu vou continuar mesmo assim…
Claro que eu faço de tudo pra sumir com o bigodinho. Comecei usando descolorante ainda na adolescência. Aqueles kits, tipo o Blondor, com um pozinho e água oxigenada, me acompanharam por muitos anos. Recentemente, resolvi ceder à depiladora que tanto insistia pra eu usar cera, e adorei! Várias semanas sem que os pelinhos apareçam, quando voltam estão fininhos e dá tempo pra fazer de novo sem que ainda estejam bem visíveis. Mas, como não gosto de ficar indo a salão, comprei pra experimentar um creme depilatório específico pro rosto. A pele ficou muito vermelha e irritada, e o bigodinho continuou firme e forte no lugar. Usei só essa vez e nunca mais.
Agora, com a mudança, ainda não me acertei com salão. Fui em um que gostei mais ou menos, mas queria tentar outro, mas não sei em qual. Fiquei enrolando e passou do ponto. Precisava dar um jeito, então voltei pro descolorante. Não é a mesma coisa da depilação e agride um pouco a pele, mas temporariamente resolve.
Mas nunca, nunca, em situação nenhuma, arrisquei usar barbeador! Não acredito que os pelos engrossem, mas eles parecem sim mais grossos. Isso porque, ao passar a lâmina, a ponta de cada fio é cortada. a ponta é mais fininha, e o que sobra – e logo que cresce aparece – é uma parte mais espessa do fio. Será que tem doida que faz isso?
Então, estou com a Angélica! Prefiro assumir o bigodinho por uns dias do que usar barbeador. Logo a produção arruma um descolorante ou pinça e ela resolve isso…
Digamos que você seja gorda, como eu. Ou gordinha, ou só um tanto acima do peso. Mas o suficiente pra precisar comprar roupas em lojas especializadas em tamanho grande. Você chega na loja e passa um tempo olhando a vitrine, vendo as novidades, procurando peças que a agradem. O que você prefere? Que os manequins da vitrine sejam os comuns, magros, totalmente diferentes de você, ou que sejam também gordinhos, com formas parecidas com as suas, e que permitam que você tenha uma ideia de como a peça de roupa realmente vai ficar quando vestida?
Eu prefiro manequins gordinhos. O mesmo modelo veste diferente em quem usa 40 e em quem usa 54. E, se eu não uso 40, não adianta ver um manequim assim, com a peça caindo toda soltinha, se em mim ela vai ficar totalmente diferente.
E, afinal, a loja vende só tamanho grande ou também tem tamanho “normal”, e são essas peças que estão na vitrine? É bem possível que só tenham roupa grande mesmo, e se você olhar atrás do manequim, vai ver um bom pedaço de tecido sobrando, preso com alfinetes, criando cinturas e barrigas lisas que não existem.
Vejo, num shopping, uma loja que faz isso: manequins magros com roupas grandes disfarçadas. Já em outra loja, onde faço algumas compras, os manequins são gordinhos já há vários anos. Mas o que mais gostei até hoje foi o que vi em uma loja de lingeries. É uma loja não especializada, vende diversos tamanhos, do PP ao XGG, um número 54, mais ou menos. Se fosse especializada em tamanhos especiais, precisaria ter até o 60, 62, ou mais. Mas mesmo sendo uma loja “comum”, uma das poucas manequins na vitrine é gordinha. E ela não fica com camisola, pijama, roupão nem nada assim. Está vestida com lingeries, de modelos bonitos, coloridos, nada do bege-vovó.
Gosto assim. Com o meu peso, não tem como disfarçar e fingir que não compro nessas lojas (deve ter gente que não gosta de falar isso). Compro sim, saio com a sacolinha na mão, falo das lojas e recomendo pra outras pessoas. E, quando olho a vitrine de uma delas, gosto de me identificar e já saber que lá vou encontrar o que procuro. É pedir muito que uma loja pareça se envergonhar por ser frequentada por gordinhos? Ou o preconceito está em nós, clientes?