Moda, Beleza e Estética
Já que ando falando tanto de esmaltes, os posts indicados da semana serão todos sobre unhas!
Série Cuidados com as unhas: O blog Necessárias trouxe, em uma série de posts, uma entrevista com a dermatologista Rachel Garcia. A primeira parte fala sobre doenças que acometem as unhas. Na segunda parte, o assunto abordado é o esmalte, esclarecendo mitos sobre algumas cores, por exemplo. A terceira parte mostra como manter as unhas fortes. Já na parte final, o corte e os cuidados com as unhas são destacados.
Alergia à esmalte?: Apesar das várias alergias que tenho, esmaltes não me causam problema. Mas, no fundo, acho que é questão de tempo. A alergia a cada cosmético está tendendo a piorar, a não ser que eu interrompa o uso do produto por um bom tempo. Como não costumo passar mais do que poucas semanas sem esmalte, o risco de sensibilização é grande. Por isso, já tenho experimentado alguns esmaltes hipoalergênicos. A Sabrina mostrou, no post, diversas opções de hipoalergênicos, de nacionais a importados, de linhas especiais a marcas que não incluem tolueno e formaldeído em nenhum esmalte. O melhor é que tem opção para todos os bolsos, de R$ 1,00 a R$ 49,00! No fim do post, ainda há a dica de uma cobertura fosca também hipoalergênica, que eu ainda não conhecia.
Depois do Por-do-Sol da outra semana, bem alegre, escolhi um tom mais escuro e fechado pra semana passada. Procurei na maleta pelos que ainda não tinha experimentado e decidi usar o esmalte Dhara, da Top Beauty.
A cor é praticamente igual ao Dara, da Risqué. E muitíssimo parecida com o Classic, também da Top Beauty. O Classic é da linha hipoalergênica, e fiquei com a impressão de que, apesar dos nomes diferentes, são a mesma cor em versóes comum e hipoalergênica.

O Dhara é bem escuro, bem fechado mesmo. É meio vermelho, meio marrom, mas na maior parte do tempo só se percebe um marrom quase preto. Bonito, mas na minha atual fase de amor pelo cinza, o marrom perdeu um pouco da graça.

A aplicação não é fácil. Assim como o Classic, mancha bastante e é ralinho (pensei que fosse problema do hipoalergênico, mas pelo jeito é da cor). Pra deixar a cor uniforme, precisei de 4 camadas. Em umas duas unhas, passei mais uma camada ainda – 5 de esmalte, mais uma de base! Ainda bem que não fica muito grosso. Mas, dependendo da luz, ainda dá pra perceber uma ou outra manchinha…

A duração, pra mim, foi bem razoável. Lascou um pouquinho depois de 3 dias, mas consegui manter mais um tempo e só tirei depois de 5 dias. Nesse tempo, nem precisei aplicar extra-brilho, pois continuava bonito.
Na semana passada, usei o esmalte Por-do-Sol, da Panvel. Antes de tirar o esmalte já lascado, passei por cima outros esmaltes pra ver como ficaria a cor.

Indicador: Por-do-Sol + Mucuripe; Polegar: Por-do-Sol; Anelar e Mínimo: Por-do-Sol + Reflexos Dourados
O dedo do meio está escondido porque a mistura do Por-do-Sol com o Azul Jeans (Impala) ficou muito feia! Na outra mão, testei com esmaltes com glitter, mas também não gostei de nenhuma combinação.

Comparando o Por-do-Sol puro e com uma camada do Mucuripe no dedo que lascou e me fez tirar o esmalte...
Nunca usei o Mucuripe (Dote) sozinho, porque quase não aparece. Mas adoro usar por cima de outros esmaltes, já que muda bastante a cor original (antes mesmo da Colorama lançar a linha Cobertura Transformadora da Cor). Deixou o Por-do-Sol bem rosa, com reflexo azulado, parecendo um esmalte da Top Beauty que não lembro o nome…

Comparando com uma camada bem grossa do Reflexos Dourados.
Passei uma camada do Reflexos Dourados (Colorama), mas errei a mão e a camada ficou grossa demais. Deixou o esmalte muito amarelo. Estava apostando tanto na mistura do Por-do-Sol com a Cobertura Transformadora e não gostei de como ficou. Então…

Com uma camada bem fina do Reflexos Dourados.
Peguei de novo o Reflexos Dourados e apliquei uma camada bem fininha. Adorei! Dos testes, foi o que mais gostei! O Por-do-Sol ficou um pouco mais alaranjado, com brilho dourado (dourado mesmo, não amarelado como antes com a camada grossa).

Olha a diferença entre a camada grossa e a fina do Reflexos Dourados.
Normalmente acabo usando esmalte “puro”, sem combinar com outras cores. Mas adoro ficar fazendo esses testes! Quem sabe, quando eu conseguir zerar a fila de esmaltes que ainda não usei, comece a usar também as misturinhas…
O nome é grande, né? É que tem um monte de coisa escrito na embalagem, e não sei direito qual é o nome do produto e qual o nome da marca. Não encontrei site nem nada então, pra quem se interessar, fica a lista com tudo o que está escrito: Sprayset – Shampoo sem água – Limpeza Instantânea – Dry Clean – SerineT.
Bom, e o que é essa coisa? Um shampoo a seco. Sabe aquela história de lavar roupa a seco? Então, você pode fazer o mesmo com seu cabelo. Não é que não seja mais preciso lavar com água – eca
. Mas numa emergência em que você não possa, não queira ou não tenha como usar água e shampoo normal, é uma alternativa.
Deixa eu contar como conheci o produto. Um bom tempo atrás, precisei fazer um teste de alergia, que consistia em passar 5 dias com diversos produtos aplicados na pele, na parte superior das costas, para que a reação alérgica fosse observada. Foi assim que confirmei a alergia a diversos cosméticos. O exame exigia que, durante esses 5 dias, não se tomasse banho completo! Era banho de chuveiro da cintura pra baixo e com toalhinha úmida no resto. Eu não sabia que seriam 5 dias assim, pensei que eram só 3. E eu fiz isso às portas do verão, no meio de dezembro! Com a história de não poder tomar banho, quase desisti do exame, mas a alergia estava me incomodando demais, a pele sempre irritada, e desisti de desistir. Como já tinha ouvido falar do shampoo a seco, resolvi testar. Na época (em dezembro de 2008) custou 22,90.
Na semana passada, faltou água no prédio. O banho tinha que ser muito rápido, e não tinha a menor condição de lavar o cabelo. Só que a raiz já estava bem oleosa, porque tinha lavado num dia, no outro já não estava muito bom e usei preso, e no terceiro tinha que lavar. Não tinha como, e mesmo preso dava pra ver que estava oleoso (pra ver como a situação dos meus cabelos está ruim…). Aí lembrei desse shampoo e usei de novo.
E eu não falei o que mais importa, né? Funciona? Pra mim, mais ou menos… Não é uma coisa “puxa, acabei de lavar meu cabelo com o melhor shampoo do mundo e usei o melhor condicionador que existe”. Fica um limpo artificial, digamos assim. Os fios ficam com uma textura diferente do normal, não ásperos, mas um pouco mais espessos. Mas é bom sim, tira a aparência de oleosidade e deixa com um cheirinho suave.
Quer saber como aplicar o produto? Pra começar, o cabelo tem que estar totalmente seco (na embalagem explica que não pode nem estar úmido). Você aplica o spray de perto – não se assuste, vai ficando esbranquiçado. Depois pega uma toalha limpa e seca e esfrega o cabelo, pra espalhar o spray. Por fim, é só escovar, retirando o restinho que ainda esteja aparecendo. Prefiro passar pouco, esfregar, escovar e, se necessário, depois repetir tudo. Na primeira vez passei bastante logo no começo, e não foi muito fácil tirar todo o pozinho branco que ficou…
P.S.: Enquanto estava escrevendo o post, um momento irônico… Minha irmã estava tomando banho eo viu que a água estava quase acabando de novo. Pra não precisar usar o Shampoo sem água de novo, corri pra tomar banho. Na hora de tirar o condicionador, a água ficou tão fraca que tive que desligar o chuveiro da eletricidade e tirar o condicionador com as gotinhas que ainda estavam caindo, geladas! Devia ter usado o spray mesmo.
Quando minha irmã comprou o Congo pra me presentear, meu irmão estava junto e pediu pra ela escolher um pra ele dar também. Ela escolheu o Por-do-Sol, também da Coleção África da Panvel. Confesso que, pelas fotos, eu não tinha me animado por ele. Mas foi só passar na unha pra testar que me encantei!
Não tenho nada contra esmalte salmão, a princípio. Mas acho que não fico bem com esmaltes com fundo alaranjado ou amarelado. Por isso, nem penso se gosto da cor ou não, nem me interesso por verdes, laranjas e amarelos porque sei que minhas mãos vão parecer mais amareladas ou pálidas. O Por-do-Sol é uma misturinha de rosa com laranja (É mesmo? Sou tão ruim com cores…), e tive medo de que não ficasse bem.
Por sorte, acho que ficou bem sim! Minha irmã até achou que faz a pele parecer mais bronzeada… A cor é linda, bem alegre, acho que combina tanto com verão quanto com inverno (se bem que eu não ligo muito pra isso, uso a cor que tiver vontade, independente da estação). Toda vez que olho pro esmalte, imagino aquelas cenas de filme, com uma savana africana e o sol se pondo, o céu meio alaranjado.

Essa é a foto com a cor mais parecida com a real...
A aplicação é muito fácil! Usei uma camada bem fina e outra média. Parece muito? Sou louca e gosto de 3 camadas, a última bem grossa, então duas tá mais do que bom! A primeira camada manchou um pouquinho, não daria pra usar só ela, mas não sei se é culpa do esmalte ou da minha falta de habilidade como manicure. Em algumas unhas, apareceram umas bolinhas. Mas eram tão pequenas que deixei assim mesmo, sem extra-brilho pra disfarçar.

Nessa dá pra ver algumas bolinhas.
Passei o esmalte no domingo de manhã. Terça acordei, olhei e ainda estava inteirinho, o que me deixou muito contente. Horas depois, olhei de novo e tinha saído uma lasquinha em um dedo. Deixei assim mesmo. Hoje de manhã, outra lasquinha em outro dedo. Mas são aquelas lascadas que nem se percebe muito, então estou deixando pra ver até quando ele vai continuar bonito. De qualquer forma, 3 dias, pra mim, é muito. É bem comum que ainda antes disso eu já tenha que tirar um esmalte.
O que me impressionou mesmo foi o brilho. Só hoje começou a diminuir um pouco, mas ainda não está com aquela cara de esmalte velho, sabe?

Por coincidência - ou não - escolhi a bolsa salmão pra usar essa semana. Só depois percebi que ficou parecendo proposital pra combinar. Não gosto desse tipo de combinação, mas não quis abrir mão nem das unhas já pintadas nem da bolsa que daria um coloridinho pras roupas cinzas e pretas que eu já sabia que usaria por causa do frio...
Como sempre, não consegui captar a cor exata do esmalte nas fotos. Então fica a sugestão de ver a cor em outras imagens nos posts da Daniele e da Bianca (e nesse ainda tem a comparação com o Orange Frizz, da Chanel, com a boa notícia de que são parecidos mas que o Por-do-Sol é bem mais barato e não lasca já no primeiro dia como o primo rico).
Com esse frio, a água do banho passa a ser bem mais quente. A alimentação, mais gordurosa. E assim, além do cabelo oleoso, a pele do rosto fica uma coisa. Uma coisa bem ruim, claro!
A oleosidade é tanta que nem o sabonete Effaclar dá conta. Minutos depois do banho já está tudo brilhando de novo! E as espinhas? Acho que nem na adolescência tive tantas!
Adoro o inverno, que fique bem claro. Adoro dias frios (desde que sem chuva), me sinto mais confortável sem todo aquele calor, acho que as pessoas tendem a se vestir melhor, posso usar os casacos que adoro. Mas meu rosto e meu cabelo não gostam, não, e protestam ficando bem oleosos. As pontas dos fios e as cutículas, por outro lado, ficam totalmente ressecadas. Braços, tronco e pernas fazem um revezamento de problemas: irritação, espinhas, pelos encravados, ressecamento, descamação. Difícil, viu?