Moda, Beleza e Estética

Dia de faxina

nov 19, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Geral

Calma! Depois de ter falado ontem sobre organização, o título acima pode fazer parecer que este blog está mudando de assunto. Mas a faxina em questão é em mim! Há muito tempo, quando eu e minha mãe precisamos ir ao salão fazer várias coisas, dizemos que é dia de faxina.

Eu, na verdade, estou numa semana de faxina. Começou no fim de semana com depilação, preparando pra uma possível ida à praia – frustrada pelo tempo nublado – feita com lâmina, já que ainda não comprei o transformador de um dos Satinelle e consegui queimar o outro. Já devia ter pintado o cabelo também, os fios brancos estão aparecendo há quase um mês! Só não pintei ainda porque está muito calor e não consegui ficar um dia sem lavar o cabelo (sempre pinto com ele sujo há uns dias sem lavar). Vou tentar amanhã.

E hoje à tarde vai ser a faxina no salão. A sobrancelha, coitada, tá enorme, se bem que já viu dias piores. Salão novo, depiladora que não conheço – apesar de que minha mãe já frequenta o salão há um bom tempo – e estou morrendo de medo. Minha sobrancelha não é fácil, porque um lado é bem diferente do outro, resultado de um corte e pontos durante a infância. Por isso não faço sozinha, e por isso raramente fico totalmente satisfeita quando alguém faz…

E as unhas? Socorro, estão enormes e mal cuidadas! Estão tão compridas que já virei duas, e vi várias estrelinhas quando isso aconteceu. :P As cutículas estão ressecadas, falta de um bom creminho todos os dias. Esmalte, então, elas nem lembram o que é.

Horrível deixar chegar nesse ponto, né? Mas aconteceu. Não vejo a hora de sair do salão, mais tarde, me sentindo mais leve, limpa, arrumada!

Declutter no guarda-roupas

nov 18, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Geral

Declutter é um termo que aprendi visitando blogs e participando de grupos sobre organização. Não há uma palavra equivalente em português mas, se eu entendi bem, significa algo como se livrar das tralhas, dar fim ao que não é mais necessário. Não quer dizer, necessariamente, que você deve sair jogando no lixo tudo que não usa, e sim dar o destino correto a cada objeto.

Já há alguns meses, eu vinha procurando fazer isso, principalmente depois que a Clara me deu várias dicas sobre organização – o que deixou o meu quarto, finalmente, arrumadinho como eu queria. Mas nessa de ficar em dúvida sobre o tipo de roupa que devo usar, juntando com a mudança e o consequente menor espaço pra guardar minhas coisas e a reeducação alimentar empacada, vi que precisava fazer ainda mais.

Tenho, por exemplo, uma pilha de calças jeans que não servem. Na verdade, essa pilha é muito maior do que a de calças que servem. Estou guardando há anos, esperando voltar a caber em algumas, enquanto nem cheguei a usar outras. Blusas e camisetas que encolheram e encurtaram quando foram lavadas, sapatos desconfortáveis, roupas manchadas, precisando de reformas, pequenos consertos, bolsas com fecho estragado, brincos muito pesados… Os exemplos são vários.

Como falei, a ideia não é jogar tudo no lixo, muito pelo contrário. O que só precisa de conserto ou reforma pra voltar a ser usado será separado e levado pra ajeitar. O que não serve mais, vai pra doação. Jogar fora mesmo, só se tiver alguma coisa em muito mau estado – e, que eu lembre, não tem nada assim.

Dizem que, sempre que se compra uma coisa, outra deve ser eliminada; assim, você abre espaço para as novidades na sua vida. Talvez seja uma tentativa de, como falou a Dê, me livrar do peso extra, em diversos aspectos. Talvez seja a necessidade de abrir espaço pra novas coisas, em especial um trabalho novo. Talvez seja só cansaço de ver tanta coisa entulhada nos armários mesmo. O certo é que algumas pessoas vão ficar mais felizes com outras roupas e acessórios, e eu mais feliz com o guarda-roupa enxuto e organizado.

Poder pode, mas não deve…

nov 17, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Geral

Anos atrás, quando o programa da Ana Maria Braga ainda era na Record, uma portuguesa apresentava um quadro sobre etiqueta. Ela respondia dúvidas dos telespectadores e dava dicas, voltadas mais para o dia a dia do que para situações muito formais, como aqueles jantarem com 10 talheres de cada lado do prato. Bom, essa introdução toda é só pra explicar de onde tirei o título do post. “Poder pode, mas não deve” era uma frase que ela usava com frequência, ao explicar atitudes que não eram consideradas grandes gafes mas que também não eram um grande exemplo de bom ocmportamento.

Ultimamente tenho lembrado dessa frase quando penso em roupas para gordas – acho que já falei, sou gorda mesmo, não só gordinha. Talvez de tanto assistir Esquadrão da Moda e Tim Gunn, eu andava muito cheia de não pode. Calça sem perna reta não pode, bermuda abaixo do joelho não pode, blusa abaixo do quadril não pode, blusa que não seja acinturada não pode, e por aí vai.

Mas, se eu fosse seguir todas as regras, teria que dar fim em quase todas as poucas peças do meu guarda-roupa. E então, chego nas lojas, e quase não tem os modelos recomendados… Calças jeans de perna reta são raríssimas, vestidos na altura dos joelhos parecem não existir… Vendo tudo isso, e acompanhando vários blogs sobre o tema – e principalmente nos de norte-americanas, parece não haver muito isso de só poder usar determinadas peças, usam o que gostam e pronto – comecei a me perguntar se eu devia me colocar tantas regras. Sempre gostei das minhas bermudas jeans mais compridinhas e larguinhas. São confortáveis e fresquinhas. Não vou mais usar, então? Vou passar o verão de calça, já que não gosto de saia e quase não uso vestido? Ia deixar de comprar a blusa de um tom lindo de rosa, com uma borboletinha fofa, só porque ela é mais comprida do que deveria, e não é acinturada? Mas eu achei linda!

Claro que ainda tem momentos em que quero estar mais arrumada, e então troco, por exemplo, a bermuda jeans por uma outra, de tecido fino e corte clássico. Claro que tem horas em que prefiro roupas que valorizem o corpo, e então dou preferência pra uma blusa com cintura império, por exemplo. Mas tem vários momentos em que eu quero, sim, usar a bermuda que deixa minhas pernas mais curtas, a blusa que não disfarça a barriga, a outra que deixa o braço mais grosso, seja porque estou com calor, porque gosto da roupa, porque acho bonita ou porque me sinto bem com ela, mesmo que os especialistas falem que eu não deveria usar…

Hidratante corporal com proteção solar

out 27, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Geral

Adoro hidratantes! Sei que se deve usar protetor solar todos os dias. E quem disse que uso sempre esses produtos?

A preguiça de aplicar um, depois o outro, acabava me fazendo não usar nenhum deles na maioria dos dias… Quer dizer, no rosto raramente esqueço, graças ao , mas no corpo raramente uso. Se eu tenho um tempinho, até uso o hidratante (ou óleo ainda durante o banho, pra ser mais rápido). Vinha me esforçando pra manter esse hábito, já que não posso usar perfume. Mas o protetor solar ficava só pra um ou outro dia em que eu soubesse que precisaria ficar mais tempo no sol, e basicamente no verão. Totalmente errada, eu sei!

Então, há uns dias, lendo feeds, vi um post da Loo, no Vende na Farmácia, falando sobre o Johnson’s Softlotion Proteção UV com FPS 15. Adorei a ideia! Não deixaria de usar o hidratante, e ainda garantiria a proteção contra a radiação do monitor, da luz fria e do sol no dia-a-dia. Na hora até pensei que fosse novidade, mas depois pesquisei e vi que alguns blogs já falavam dele em dezembro do ano passado!

Na primeira passada na farmácia, comprei. Na Panvel, custou menos de 8 reais. Não é tão espesso quanto um protetor solar comum, mas não tão fluido quanto a maioria dos hidratantes. Mesmo assim, espalha bem. O cheirinho é bem gostoso, lembra muito pouco o cheiro de protetor. A Loo disse que tem cheiro de framboesa. Eu, que sou péssima pra aromas, não faço ideia se parece mesmo com essa fruta ou não, mas o importante é que é gostosinho e não é enjoativo.

Não é um super-hiper-hidratante. Pra quem tem a pele ressecada, ou pra áreas como joelhos e cotovelos, ele pode não ser suficiente. Mas pra minha pele mista, garantiu uma boa hidratação, com pele macia e nada grudenta, pegajosa, oleosa ou qualquer coisa assim. Só complemento, às vezes, com outro hidratante específico pra peles ressecadas, nos cotovelos.

Juntando preço, efeito e praticidade, vale muito a pena!

Esmalte estragado???

out 26, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Mãos e Unhas

Quando vi as primeiras fotos de esmaltes foscos, confesso que não gostei nem um pouco. Se eu vivia fazendo de tudo pra deixar o esmalte com o máximo de brilho, pra que ia querer deixá-lo totalmente sem brilho? Mas eu desconfiava, lá no fundo, que ainda ia mudar de ideia. E aconteceu mesmo, de tanto ver fotos de esmaltes mate nos trocentos blogs que acompanho.

Desde que a Gabi avisou, no Makelândia, que algumas lojas já tinham o Matt Plus da Big Universo, estava doida pra comprar. No sábado fui no centro, e aproveitei pra procurar. Não lembrava o nome das outras lojas que ela havia comentando, mas sabia que a Cotirô era uma delas, então fui lá. Olhei os esmaltes e não encontrei a base mate, então perguntei pra vendedora. Ela respondeu que achava que esse era o esmalte que tinha sido devolvido porque tinha vindo estragado, e chamou outra moça, que parecia gerente da loja.

“Ah, esse mate estava estragado, algumas clientes reclamaram, passei na unha pra ver e ficou horroroso, deixou o esmalte borrado, sem brilho!”

Comecei a rir!

E fiquei alguns minutos explicando que usar esmaltes foscos é uma tendência mundial, que a Big é a primeira marca nacional a oferecer o produto, que a ideia era exatamente tirar o brilho do esmalte, que podia parecer horroroso, mas que era moda, que algumas clientes foram devolver e reclamar, mas outras compraram mais de um, blá, blá, blá.

Ela disse que na segunda-feira receberiam novamente o produto, e que estavam desinformados sobre a novidade – e tive quase certeza de que, se eu não tivesse explicado pra que ele servia, seria novamente devolvido pra fábrica.

Já que não adiantava sair de lá indignada nem nada assim, saí rindo sozinha. Como uma empresa que vende cosméticos e produtos de beleza, e só isso, é especializada nisso, não procura se informar e se manter atualizada sobre as novidades na área? Se a gerente ou uma vendedora olharem blogs de beleza de vez em quando, podem estar por dentro de todos os lançamentos e tendências! Poderiam ter uma funcionária só pra isso! E ao invés disso, passaram um atestado de incompetência, desinteresse, mal informação. Se fosse numa farmácia, num supermercado, numa loja que vende várias outras coisas, eu não diria nada. Mas numa loja que só vende cosméticos?

Pode ser que, nas outras lojas que a Gabi citou (Xande, Pitchula, Wollare e Belle Cosméticos), também não saibam pra que o Matt serve. Mas pelo menos não ouvi ninguém falando besteira nelas, então vou em uma dessas…

Evitando problemas para colorir os cabelos

out 23, 2009 Autor: Renata Pinheiro | Categoria: Cabelo

Bom, vocês já sabem que, na hora de pintar os cabelos, vivo fazendo trapalhadas e sujando tudo – da pele ao chão do banheiro, passando pela pia e qualquer coisa que esteja em volta. Já esqueci de colocar a luva, apertei o frasco da tinta sem perceber que estava escorrendo e caindo, já derrubei a tinta, de tudo um pouco. Então, não tenho como querer ensinar a não fazer sujeira.

Por outro lado, por tingir os cabelos há muitos anos e, principalmente, fazendo isso sozinha na maior parte do tempo, fui aprendendo a evitar alguns probleminhas. Tenho esse monte de alergias, mas mesmo antes de percebê-las, já sofria com a hora de aplicar a tinta. Enquanto ela agia, o couro cabeludo coçava, ardia, e às vezes a sensação continuava mesmo depois de lavar o cabelo. Eventualmente, o couro cabeludo chegou a descamar e ficar machucado.

As cabeleireiras sempre orientavam para ficar alguns dias sem lavar o cabelo antes de pintar, pois a oleosidade ajudaria a proteger o couro cabeludo. No começo, isso até funcionou. Mas, com o passar do tempo, só esse cuidado já não era mais suficiente. De tanto experimentar o que poderia ajudar, cheguei na seguinte rotina:

  • Escolher o dia em que vou usar a tinta. É, não posso olhar no espelho, ver que os fiozinhos brancos estão aparecendo e decidir pintar no mesmo dia. Sempre me programo pra fazer isso depois de uns 3 dias.
  • 2 ou 3 dias antes da coloração, deixo shampoo, condicionador e creme de hidratação comuns de lado e aplico um shampoo anti-resíduos. Tenho usado o Shampoo Anti-Resíduos New Care. Adoro o cheirinho dele, muito bom! Além disso, tinha muito medo de que o cabelo ficasse ressecado depois de um shampoo desse tipo mas, pelo menos com esse, não aconetece. Pelo contrário, ele fica macio, leve e sem frizz.
  • Depois dele, não uso mais nenhum produto no cabelo. Nenhum mesmo! Esses 2 ou 3 dias entre lavar e pintar são longe de outros shampoos, condicionadores, creme pra pentear, ativador de cacho, anti-frizz e por aí vai.
  • Aliás, os cabelos ficam longe de água também… Gosto de lavar todos os dias então, principalmente no verão, esperar esses dias não é muito fácil. Mas é assim que garanto que a oleosidade ajude a proteger e, principalmente, que não tenha nenhum outro produto químico que possa reagir com a tinta e deixar o couro cabeludo mais sensível.

Arcos, tiaras, elásticos e fivelas ajudam a disfarçar eventuais arrepiados, volumes ou qualquer rebeldia do cabelo. E, na hora de pintar, vejo que o processo todo vale a pena: nada de coceira, ardências, sensação de queimação, nada! A tinta no cabelo não incomoda mais que um creme de hidratação normal. Além disso, os fios ficam menos ressecados após a coloração.

Ah, e depois de pintar, sigo a orientação dos fabricantes das tintas: lavo só com água e aplico apenas o sachê que já vem com o produto. Lavar normalmente, com os produtos habituais, só no dia seguinte.

Nossa, esse texto ficou longo, hein? Quando respondi o comentário da Adriana, sobre o mesmo assunto, ficou bem mais curtinho… :P

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