Moda, Beleza e Estética
Então eu estava pensando em que assunto começaria o ano no blog. Com tanto calor, e ainda aproveitando o finalzinho do meu recesso, a inspiração apareceu: protetor solar! Não que se deva usar protetor solar só no verão ou na praia, nem que eu esteja usando absolutamente todo dia mas, né, é um assunto que tem tudo a ver com verão e férias!
Nesse momento, estou às voltas com nada menos do que 8 diferentes protetores! Se bem que não uso todos… Alguns comprei, não gostei, e ficam só de reserva. Também têm os que eu não uso, mas o resto da família sim, só que todos ficam juntos comigo… Vamos a eles!
Protetor Solar Facial

Avon Sun FPS 50: Não use! Sério! A não ser que sua pele seja extremamente seca, compre outro! É um creme muito pesado, não é bem absorvido, deixa minha pele super oleosa e, se errar um pouquinho na quantidade, vai ficar com o rosto todo branco, principalmente se molhar um tempo depois de aplicar! Pra não jogar fora, nem dar de presente de grego pra alguém, às vezes uso na cicatriz do marcapasso ou nas tatuagens.
Panvel Solar FPS 30: Pra minha pele, ainda não é o ideal, deixa um pouquinho mais oleosa. Mas é um creme com uma boa consistência, absorve rápido, não fica melecado, cheiro discreto, bem bom. Minha mãe e minha irmã estão usando e aprovando.
AnSolar FPS 70: É o que estou usando, tanto pra ir pra praia quanto quando lembro no dia-a-dia. É mais fluido do que os outros, parece render um pouco menos. Comprei depois de um dia trágico: não encontrei o protetor facial em casa e fui pra praia com um protetor comum no rosto. No mesmo dia a pele estava horrível, ainda mais oleosa do que o normal e cheia de espinhas! Corri pra comprar um pra pele sensível, hipoalergênico, específico pra pele oleosa, blá, blá, blá. Continuo usando porque foi caro e não vou desperdiçar, mas não gostei muito. Não chega a aumentar a oleosidade, mas não a controla também – na verdade, acho que aumenta sim, mas pode ser implicância minha. De qualquer forma, no mínimo, deixa a pele brilhando, e não gosto disso. Mas, ao menos, não me dá alergia, não deixa a pele sensível nem faz aparecer espinha, então tá bom por enquanto.
Protetor Solar Corporal em Spray

Natura fotoequilíbrio FPS 30: Desde que descobri o protetor da Natura em spray, anos atrás, abandonei os em creme. Mas, esse ano, não encontrei mais a embalagem antiga, parecida com de desodorante – a aplicação era bem fácil e o protetor era mais sequinho. Esse novo é bem mais oleoso e não tão prático. Estou usando, mas não pretendo voltar a comprar.
Avon Sun FPS 30: Oleoso, oleoso, oleoso. É só o que falo… Ah não, vale falar também que foi esse que passei no rosto, então imaginem o estrago…
Protetor Solar Corporal em Creme

Panvel Solar FPS 15: Depois da decepção com o spray da Natura, experimentei esse e adorei! É um creme mais leve, espalha e rende bem, absorve rapidinho – chega a lembrar mais um hidratante do que um protetor solar. Comprei o 15 porque não tinha o 30. Como a proteção é mais baixa, tenho usado só nas pernas e na parte de cima do braço, que está bem mais branca do que a parte de baixo – braço de caminhoneiro, sabe?, de dirigir no sol forte com manga curta… Quando os outros acabarem, essa linha será a minha escolhida pro corpo.
Avon Sun FPS 15: Espesso, ruim de espalhar, já viram que não gosto dos protetores da Avon, né?
Protetor Solar Capilar

Lorys Umidificador Protetor Capilar: Veja bem, o rótulo diz que tem filtro UV, mas não fala o FPS. Não sei se é assim mesmo em produtos de cabelo ou se faltou a informação ou se nem tem proteção de verdade. O fato é que, usando esse produto, meu cabelo não fica tão ressecado depois da praia. Há um aviso de que não é oleoso, e realmente não deixa meus fios oleosos. Também acho que ajudou a proteger a cor, já que a tinta não desbotou além do normal – mesmo estando com tinta vermelha, o cabelo não ficou laranja depois dos dias de praia. O defeito é que não sai quase nada! Desisti de me acabar apertando a válvula, agora abro o frasco e despejo direto na mão.
Ainda estou sentindo falta de um protetor labial. O que eu tinha acabou, ou venceu, não lembro, e esqueci de comprar outro. No dia-a-dia não faz falta, até porque costumo sair com batom. Mas, depois da praia, tenho sempre percebido os lábios bem ressecados – em alguns dias, chegam a ficar um pouco rachados, como no frio intenso… Como gostei do protetor da Panvel, acho que vou experimentar o labial da marca própria também…
Já há um bom tempo tenho evitado usar acetona. Desde que descobri que os removedores agrediam menos as unhas, resolvi investir neles. Não foi uma troca fácil… Os removedores são mais caros e acabo usando mais quantidade do que a acetona, porque acho que eles demoram mais pra tirar todo o esmalte da unha. Mesmo assim, me habituei a usar o removedor da Avon e a acetona ficou para emergências, quando o removedor acabava e não conseguia comprar outro a tempo. Porém, como parei de vender Avon, comecei a experimentar outras marcas.
O que está em uso aqui em casa agora é o Removedor de Esmalte Original da Impala. A embalagem destaca o fato de não conter acetona, de não deixar resíduos e não ter perfume. Muita gente gosta, a marca é boa, e por isso minha irmã comprou. Eu, infelizmente, não gostei.
A facilidade de remoção do esmalte é intermediária, fica no meio caminho entre a rapidez da acetona e a dificuldade do removedor da Avon. O cheiro é bem forte e, na minha opinião, mais desagradável do que os outros. E o que acho pior: mancha minhas unhas, que ficam esbranquiçadas e ressecadas! Com o da Avon, as cutículas ficavam normais, nem hidratadas a mais, mas também não ressecadas. Com o da Impala, ficam bem durinhas, e depois tenho que hidratar bastante até que voltem a ficar como antes. É o que mais me incomoda…
Por tudo isso, não vou comprar de novo. Ainda é melhor do que acetona, mas longe de ser boa (pra mim, que fique claro) como a da Avon. Fiz um estoque de uns 4 ou 5 frascos, aproveitando uma promoção, pra não ter que arriscar com outras marcas de novo por um tempo.
Eu costumava usar o Fortalecedor de Unhas com Fibras, da Avon, como base. Mesmo quando as unhas não estavam fracas, por hábito, continuava usando. Até que, um dia, passei só o fortalecedor e acabei não passando o esmalte depois. Fiquei surpresa quando, no mesmo dia, vi que estava descascando, com vários pedaços não tão pequenos saindo de cada unha. Passei a unha e vi que saía bem fácil, e me perguntei se não era esse o motivo pro esmalte durar tão pouco nas minhas unhas.
Um pouco antes, eu havia recebido a caixa da Top Beauty cheia de produtos. Entre eles estava a Base Cetim. Eu estava esperando que o vidrinho do fortalecedor acabasse pra começar a Cetim, mas resolvi experimentar antes. Desde então, os esmaltes estão durando muito mais!

A duração depende de como aplico. Às vezes esqueço e passo com o pincel mesmo. O esmalte fica inteiro por 3, 4 dias, e depois lasca só um pouco, mas continua dando pra usar mais 1 ou 2 dias (depende também, claro, da marca do esmalte, quantas camadas usei, espessura das camadas…). Mas sempre que lembro, aplico a base com o dedo, e assim dura muito mais. Chego a ficar uma semana com o esmalte praticamente inteiro.
Aposentei o vidrinho da Avon, e agora só uso a Cetim!
Nessa semana estou usando o Bombom, da Risqué, mas ainda não tirei fotos. Em compensação, vou aproveitar pra mostrar a misturinha que usei no fim da semana passada e outros dois esmaltes que tirei fotos e acabei não postando.

Como o Evereste (Top Beauty) tinha perdido e brilho e lascou, retoquei só onde estragou e passei o Mucuripe (Dote) pra renovar a aparência. O tom de rosa ficou mais aberto e o esmalte ganhou um brilho azulado (Cobertura Transformadora da Cor Colorama feelings).

O esmalte Classic faz parte da linha Sensitive da Top Beauty, sem tolueno e formaldeído. Como outros hipoalergênicos que testei, mancha bastante na hora de aplicar. Na hora que passei, não parecia tanto, mas depois vi que a cor ficou mais clara perto das cutículas. Encheu de bolinhas, mas não por culpa do esmalte, porque na época até o roxinho da Avon ficava assim. Na hora de limpar em volta, tirei uma parte a mais do indicador. E o buraco no mindinho foi culpa do Blogue...

Não sou muito fã de esmaltes cintilantes tão cintilantes assim (ahn?). Mas eu tinha passado um clarinho (acho que o Vida, da Risqué) e ficou muito manchado. Não tinha tempo de tirar e começar tudo de novo, e minha irmã escolheu o Cafe au Lait (Avon) pra passar por cima. Resolveu a aparência do esmalte de baixo, mas ficou quase metalizado, de um jeito que não gosto, e acho que a cor não fica bem pra mim, deixa as mãos muito pálidas.
O nome é grande, mas o produto tem alguns apelidos: extrabrilho, roxinho da Avon… Durante um bom tempo, este foi o meu produto favorito para as unhas. Além do brilho e da secagem mais rápida descritos no nome, ele ainda tem o poder de recuperar a aparência daquele esmalte “velhinho” de 3 dias, já sem brilho. Mas o melhor de tudo é que ele some com as bolinhas que surgem na aplicação do esmalte.
Quer dizer… Sumia! Há algumas semanas, comecei a perceber que meu extrabrilho estava mais grossinho, e por isso um pouco mais difícil de ser aplicado. Mas o pior é que começou a fazer bolinhas. Sim, ao invés de fazer as do esmalte desaparecerem, estava criando outras! Todos os esmaltes – inclusive bases e extrabrilho – aqui ficam guardados longe do calor, da luz, do frio, da umidade, de tudo. Estão bem conservados e dentro do prazo de validade. Como ainda era do vidrinho antigo, baixinho e gordinho, pensei que tivesse engrossado pelo tempo e que esta era a causa das bolinhas.
Tinha outro guardado há pouco tempo, já com a embalagem nova. A consistência está boa e a aplicação é fácil como era a do outro, meses atrás. Pensei que o problema estaria resolvido. Passei na unha e… Bolinhas! Tentei usar de duas formas, logo depois de aplicar o esmalte ou só dias depois. Em ambas as bolinhas apareceram. E não foi só comigo, o mesmo aconteceu com minha irmã.
Não sei o que está acontecendo e fiquei bem decepcionada, pois é um produto que gosto muito. Acho qu vou entrar em contato com o SAC da Avon pra ver o que falam a respeito.
Tem alguns esmaltes na caixinha que ainda não usei, ou porque eram da minha irmã (e juntamos tudo recentemente) ou porque comprei e deixei pra depois. Por isso, tenho tentado não repetir os que gosto pra experimentar todos pelo menos uma vez. O escolhido da semana passada foi o Uva, da Avon.
Com uma só camada, ficou bem manchado. Na segunda, a cor fechou e ficou bonita, mas é bem mais escura do que eu esperava. Nas fotos, você vai ver a mão esquerda com 3 camadas; a direita estava só com 2. Explico: passei duas camadas na esquerda e ficou bom; quando fui passar a segunda na direita, não consegui fazer com a mesma espessura e ficou muito mais grossa do que a outra, o que fez a cor ficar ainda mais escura; pra igualar, passei uma terceira camada fina na esquerda.
Este é o Uva com flash, meio vermelho, meio marrom, meio vinho:

E agora sem flash, tão escuro que às vezes parecia preto:

O esmalte lascou lá pelo 4º dia, não aparece nas fotos porque foi na outra mão. Não precisa reparar que não está bem feita, tá? Isso que não mostrei ainda as unhas dessa semana! Quanto mais tentei limpar em volta, mais deixei tudo torto…
Ah, e mesmo com o calor, não fez bolinhas. Em compensação, o extra-brilho da Avon empipocou todo, mas esse é assunto pra outro post…