Moda, Beleza e Estética
Depois da última vez em que pintei o cabelo e acabei tendo que usar montes de condicionador e máscara de hidratação, dessa vez decidi escolher melhor a marca. Aproveitei uma ida ao supermercado, como sempre, para escolher a marca e a cor. Decidi pela L’Oreal, pela qualidade. Pretendia manter a cor que estava ou clarear um pouquinho. Dentre as que estavam lá, escolhi a L’Oreal Casting Creme Gloss cor 323, Chocolate Noite. As mais claras era muito mais claras, então resolvi arriscar com essa.
Então, fui pintar. Sabe quando você sente que está fazendo algo errado e não consegue entender o que é? Descobri quando vi umas manchas no braço, pelo espelho. Estava aplicando a tinta sem luva! Tentei lavar, mas é claro que não dava mais tempo. Por sorte, estava com base, então a mancha das unhas saiu. Mas os cantinhos, a cutícula, dedos, palma da mão, tudo passou dias parecendo sujo…
Ah, também esqueci de limpar os respingos que caíram na pia, e é claro também que nem todos saíram quando limpei.
A cor? Ficou escura, praticamente igual à cor natural – castanho muito muito escuro. Ficou bonito, só não era o que eu queria.
Enfim: errei a cor, esqueci a luva, sujei a pia… Mas, pelo menos acertei na qualidade. O cabelo não ressecou. Pelo contrário, depois de aplicar o condicionador que vem junto com a tinta, ficou super hidratado e macio, nem parecia que tinha acabado de pintar.
Faz muitos anos que pinto o cabelo. Comecei com umas luzes bem discretas e não parei mais. Há um tempo, estava mantendo a cor natural, mas sempre pintando – afinal, os cabelinhos brancos têm que ser escondidos!
Na maioria das vezes, tenho pintado em casa mesmo. A duração da cor é a mesma – pouca, já que logo os fios brancos começam a aparecer de novo – então a frequência das tinturas é igual. E, além de ser mais barato fazer em casa, ainda saio ganhando, já que a minha paciência pra salão anda bem pequena.
Pois bem, um grande problema que tenho é nunca lembrar qual a última tinta que usei. Não lembro nem a cor nem a marca. Então, tenho comprado sempre a que estiver mais barata! Na vez anterior, usei uma que foi muito boa. Qual? Sei lá.
Então, dessa vez, repeti o critério de escolha. Ao invés de olhar o nome nas caixinhas, procurava pela etiqueta de preço. Comprei uma de uns 8 ou 9 reais, da Wellaton. Escolhi a cor 674 (Chocolate Apimentado), pois queria clarear um pouquinho só.
Como cortei o cabelo há pouco tempo, um só frasco foi suficiente. Ponto a favor. A cor ficou linda! A princípio, parece que continua igual. Mas é só bater uma luzinha pra aparecer um pouco de reflexo acobreado. Ótimo, um pouco de cor, sem problema depois quando desbotar. Outro ponto a favor.
Mas… Lá está o meu cabelo todo ressecado de novo! Perdeu uns 10 pontos nisso, o suficiente pra eu não querer usar essa tinta nunca mais! Tanto que estou fazendo o post, pra ver se assim não esqueço a marca. Normalmente, assim que pinto o cabelo, não uso shampoo nem condicionador. Tiro a tinta só com água e depois aplico aquele creme de tratamento que vem dentro da caixinha da tinta. Essa vez, na hora de lavar, o cabelo estava numa maçaroca tão grande, tão seco, que eu não conseguia nem desfazer o coque com os dedos. Usei shampoo duas vezes, a máscara de hidratação de papaya e kiwi da Avon, o creme de tratamento, e ainda assim o cabelo ficou armado, com frizz e ressecado. Adorei a cor, mas o incômodo nos últimos dias pra conseguir resolver, usando cremes e anti-frizz, fez não valer a pena: tanto pelo trabalho quanto pelo gasto e tempo perdido.
Enfim, tintura Wellaton: reprovadíssima!
Atenção: Não faço parte da equipe que realiza os tratamentos, este post é apenas a divulgação de uma informação que recebi. Para saber se seu problema faz parte dos que são atendidos, se você pode fazer mesmo não tendo como comprovar renda, se ainda aceitam novos pacientes ou qualquer outra dúvida, você deve entrar em contato diretamente através do telefone citado abaixo.
Em novembro, havia sido divulgada a notícia de que havia uma campanha no Rio de Janeiro que oferecia tratamentos estéticos gratuitos.
Através do blog Vende na Farmácia?, fiquei sabendo que uma campanha semelhante está acontecendo em São Paulo. Dessa vez, a campanha está sendo feita pela Fundação Pele Saudável. A responsável pelo projeto é a dermatologista Valcinir Baldin, presidente da Sociedade Brasaileira de Medicina Estética.
Qualquer pessoa pode fazer os tratamentos: homens e mulheres de qualquer idade classe social.
Para participar, é necessário marcar uma consulta através do telefone (11) 3675-3179.
Serão oferecidos tratamentos estéticos para pessoas com doenças de pele, de cabelo e de unhas.
A escolha será feita pelos médicos, após o exame de triagem. O profissional decidirá as necessidades de cada paciente.
Os tratamentos serão realizados por médicos especialistas da USP e Unifesp.
Através do telefone (11) 3675-3179.
Não é que esqueci de contar que cortei o cabelo!?! Já usei ele em vários comprimentos, mas ultimamente estava bem comprido. Bom, bem comprido, no meu caso, não quer dizer beeeem comprido. Era, tipo, no meio das costas. Mas foi o mais longo que já deixei ficar. Mas ele estava bem sem graça. Vivia preso em rabo-de-cavalo. Pesado em cima, com muito volume embaixo. Não tinha hidratação que desse conta de deixar uma aparência boa.
Então, cansei de viver com ele preso, cansei do corte sem graça, do trabalho pra lavar e do tempo pra secar. Pensei também no calor que tá chegando. E lá fui eu pro salão. Tá, não cortei curtinho, como já usei antes. Se bem que umas noites antes sonhei que saí do salão quase careca, e deu até medo de cortar!
O corte foi feito na altura do ombro na frente e um pouco mais comprido atrás. Ficou bonito com escova – e foi a primeira vez que me achei bem com o cabelo escovado. E ficou melhor ainda deixando secar naturalmente, com as ondinhas de sempre.
O melhor foi quando, pouco depois de cortar, percebi que daria pra voltar a usar enfeites no cabelo. Tinha montes de arcos, tic-tacs e presilhas, mas dei fim em tudo um tempo atrás, já que não pensava em voltar a cortar. Só deixei os elásticos, vários. Aí, no fim de semana mesmo, comprei dois grampinhos e um arco. Compra pequena, pra não arriscar.
Ai, ficou tão legal! Nem lembrava mais como era usar essas coisas e poder variar a aparência! Conseguem imaginar o que vou sair comprando feito doida agora? Hum, Natal chegando, né?
Já sei o que quero de presente!
Pra variar, não tem foto. Assim que conseguir fazer uma que mostre bem como ficou, coloco aqui.
Esta semana, fiz um exame chamado polissonografia. Este exame identifica distúrbios do sono, e para isso, o paciente deve dormir na clínica, sendo monitorado em diversos aspectos. Uma das formas de monitorar é utilizando eletrodos que captam os sinais elétricos do cérebro. Aí começou o meu problema.
Como esses eletrodos têm que ficar no lugar durante toda a noite, eles são colados. Isso mesmo. A enfermeira aplicava uma cola no eletrodo, grudava no meu cabelo, e depois secava com um secador de cabelos comum. Na outra manhã, pra desmanchar a cola e soltar os eletrodos, usou nada mais, nada menos, que acetona.
Vocês conseguem ter uma idéia do estado em que meu cabelo se encontra??? Mesmo lavando muito bem, passei dois dias tirando pedacinhos de cola que ainda estavam grudados. Mas o pior é que o cabelo ficou extremamente ressecado, apesar de manter as raízes oleosas. Tentei usar um daqueles hidratantes da Seda que são aplicados por 20 minutos, pra cabelos ondulados. É o que sempre usei e sempre resolveu. Mas dessa vez, os fios estão tão danificados que não foi suficiente.
Hoje fui no supermercado e procurei alguma máscara de hidratação intensiva ou algo assim, mas fiquei em dúvida de qual seria realmente boa. Então, peço ajuda de vocês. Qual produto vocês usam em situações assim? Tem algum creme, hidratante, máscara ou qualquer coisa do gênero, barata, vendida em farmácia ou supermercado, que ajude a restaurar cabelos muito danificados? Help, meninas!!!
Sempre tive um sério problema com produtos para cabelo, como reparador de ponta, pomada, gel e anti-frizz. Colocava pouco, não via efeito, e repetia a dose. O resultado era que o cabelo ficava pesado, com aparência de sujo, mesmo que eu tivesse acabado de lavá-lo.
Ultimamente estou usando só o Serum pra pentear Seda Shine Brilho Gloss – não existe melhor marca de shampoo, condicionador e leave-in para meus cabelos do que Seda, o que acho ótimo, pelo preço! Na maioria das vezes, estou conseguindo acertar a quantidade e tendo um bom resultado: cabelo menor armado e menos arrepiado.
Mas o que quero falar mesmo é que há uns dias vi na revista Nova de julho (já falei que sempre leio as revistas atrasada) uma dica sobre aplicação de finalizadores. A sessão Show de Cabelo é assinada por Marco Antônio de Biaggi. Ele fez a coluna Self-Service de Finalizador, explicando a função, a quantidade e como usar cada produto. Achei bem interessante para quem, como eu, tem problemas com a quantidade, então vou reproduzir o que ele falou pra vocês:
Claro que essas quantidades podem variar um pouco, dependendo do comprimento do cabelo. Mas dá pra, pelo menos, ter uma noção.
Bom, eu uso o reparador de pontas também como antifrizz, e não aplico depois de fazer escova porque eu não faço escova.
Nem uso secador. Exceto quando vou ao salão cortar ou pintar o cabelo, em casa sempre deixo secar naturalmente, só penteando. E comecei a usar o serum porque, na última vez que cortei, foi esse produto que passaram pra não ficar arrepiado. Copiei e gostei do resultado.