Moda, Beleza e Estética
QUARTAS DO PINCEL!!! Pincel vassourinha!: Quando vi o pincel vassourinha pela primeira vez, soube que servia só pra limpar a sombra que caía sob os olhos. Achei fofo e quis um. Quando comprei, já sabia que podia ser usado pra aplicar iluminador, mas eu não uso. Então, tenho um, baratinho, mas fica lá guardado. Adorei saber que tem várias outras utilidades pra ele!
Eu gosto é do inacabado: Ninguém mais tem manchas, rugas, olheiras. Photoshop deixa peles lisas, músculos firmes, cabelos sem um pingo de frizz, olhos brilhantes e sorrisos absurdamente brancos. Você gosta de fotos assim? Posso até achar legal, numa primeira olhada, mas ainda prefiro imagens reais. Quem não tem suas imperfeições? A Mafrinha mostra, no post, que essas correções estão acabando com o que diferencia cada um de nós. Pra mim, ficam todos parecendo bonecas, sem vida…
Mandioca e quiabo. Nos cabelos?: Pra quem não acreditou quando falei que o shampoo e o condicionador de mandioca eram bons, uma segunda opinião!
Top 5 – Coisas que eu não consigo usar: Só não posso dizer que concordo totalmente com a Luh porque, há não muito tempo, consegui começar a usar esmalte escuro nos pés. De resto, compartilho o não usar!
Eu não conhecia a X Mex. Fui apresentada à marca pela Morgana, da Cremesham, que sugeriu que eu experimentasse seus shampoos e condicionadores. Quando vi os “sabores”, confesso, não me animei muito: mandioca ou quiabo. Passei por cima disso, senti o cheiro, li a especificação de cada um e escolhi o de mandioca. Em parte, porque prometia mais resultados do que o de quiabo. Mas, confesso também, foi mais porque imaginava aquela baba do quiabo no cabelo e não conseguia me imaginar usando!
Comecei a usar fazendo um teste daqueles: depois de uma ida à praia, horas no mar, cabelo um tanto ressecado. A mandioca deu conta direitinho! O cabelo ficou muito cheiroso, hidratado, com os fios bem macios! Nem parecia que eu tinha ido pra praia… A embalagem do shampoo e do condicionador é grande, cada uma tem 500 ml, e rende muito. Dividi com minha mãe e as duas usaram por bastante tempo. Só estranhei um pouco porque o shampoo é bem fluido, e eu costumava usar uns mais espessos – mas isso não chega a ser um problema, foi só questão de me adaptar à quantidade necessária.
Não acredita que shampoo de mandioca pode ser bom? Você se surpreenderia mais ainda, então, com o de quiabo. Não testei esse, mas minha mãe usou e disse que é ainda melhor!
Há bastante tempo uso aqueles cremes de hidratação de 3, 5, 15 minutos, mais ou menos uma vez por semana. Costumo deixar o pote dentro do box, junto com o shampoo e o condicionador, assim não esqueço de usar. E é bem comum que o condicionador acabe e, até que eu lembre de pegar ou comprar outro, use o creme de hidratação como se fosse condicionador comum por uns dias.
Aí eu li um post da Paola falando que melhor do que usar condicionador é usar uma máscara de hidratação no dia a dia. Bom, eu já fazia isso antes, ainda que só uma vez ou outra… Aproveitei quando o condicionador e a máscara acabaram, juntei com uma ida ao supermercado e fui escolher outra. As opções, claro, eram várias. Escolhi uma baratinha por dois motivos: apesar de adorar as dicas da Paola, não tinha certeza se daria certo pro meu cabelo, super oleoso; além disso, parecia ser a mais adequada pras necessidades do meu cabelo no momento.
O escolhido foi o Creme de Hidratação, marca Nazca, linha Origem Equilíbrio. O potão tem 1 quilo e custou menos de 6 reais. Tem flor de maracujá e camomila, queratina, silicone e vitamina E. Promete equilíbrio e suavidade para cabelos estressados. Pode ser usado pra hidratação rápida (3 a 5 minutos) ou mais profunda (15 minutos).
Vou pro chuveiro, lavo os cabelos, aplico o creme, tomo o resto do banho e só depois tiro o creme (já era assim que fazia com condicionador comum). Estou gostando bastante do resultado. Raramente tenho precisado de algum leave-in antifrizz, porque o creme já controla bem. Os fios estão macios, hidratados e com aspecto saudável. Andam mais oleosos, mas a culpa é da água mais quente, agora que o verão acabou.
Não é um efeito “nossa, fez milagre no meu cabelo!”. Mas vale um “puxa, o cabelo está legal e vou usar até o fim!”. Quando terminar o pote – e isso ainda vai demorar bastante – devo trocar de marca ou pelo menos de linha, porque até lá já devo estar cansada do cheiro dele (que não é ruim nem enjoativo, mas não é dos meus preferidos).
A Panvel é uma rede de farmácias com lojas em SC e RS. Já falei dela várias vezes no blog, porque adoro a diversidade de produtos de beleza que eles vendem, inclusive várias novidades que ainda não existem em outros lugares. A rede tem lançado vários produtos de marca própria, e ando comprando alguns deles pra experimentar. Outra coisa muito boa é que a farmácia tem um cartão de fidelidade. Usei os pontos que acumulei no ano passado e troquei por produtos da linha Panvel, pois queria conhecer vários deles.
Os primeiros que escolhi foram o shampoo e o condicionador Panvel Vert de maracujá:

A embalagem diz que é biorregulador, proporcionando sedosidade e maciez. Além disso, o shampoo não tem sal. Nos primeiros dias, fiquei com a impressão de que a raiz ficou ainda mais oleosa. Mas foi só impressão mesmo, e a oleosidade era culpa do calor. Continuei usando e, a cada vez, o efeito era melhor. O cabelo está realmente macio e sedoso. De brinde, o frizz continua controlado.
E o cheirinho? Muuuito bom! Adoro maracujá, e na verdade escolhi essa versão mais pelo cheiro do que pela função, ainda bem que valeu a pena. O shampoo, principalmente, rende muito. Não lembro quanto custou e não estão disponíveis no site, mas era um pouco menos de 10 reais cada.
Defeito? Esse aí em baixo:

A parte de trás do rótulo do shampoo é escrita em um tom muito parecido com o do shampoo, o que torna muito difícil de ler durante o banho – sim, tenho o hábito de ler rótulos durante o banho…
Gostei muito e vou comprar de novo, talvez não o mesmo, quero experimentar outros da mesma linha Panvel Vert, que foi mais do que aprovada!
O shampoo e o condicionador que estava usando acabaram, passei pra uma linha da Panvel que comprei pra provar. Bom – depois falo sobre eles, mas a raiz voltou a ficar oleosa; não sei se pelos produtos ou pelo calor que aumentou.
Lá fui eu atrás de shampoo e condicionador pra cabelos mistos. Olhei todos os que estavam nas prateleiras das Americanas. Escolhi um que nunca tinha usado. Cheguei em casa, fui tomar banho, lavei o cabelo. Depois parei, olhem bem pras embalagens e fiquei tentando entender porque comprei a linha Reparação Total (ou algo assim), pra cabelos ressecados…
Já me preparando pra sair e fazer compra de novo, percebi que resolveu a oleosidade. Eu, hein!
Há uns dias, tive uma dessas viroses (ou outra coisa, ainda não se sabe bem o que é) que andam espalhadas pelo litoral do país. Detalhes são desnecessários
, mas passei quase uma semana comendo pouco, à base de torradas, cream cracker, água de coco e sopinhas. Melhorei, voltei a comer normalmente, mas percebi que o estrago era maior do que pensava: cabelos com raízes muito oleosas e pontas super ressecadas, muito frizz, fios frágeis. Sem falar nas unhas descamando, pele também ressecada, as cutículas engrossaram, cabelo caindo mais… Tudo culpa da má nutrição…
Tentei usar os shampoos, condicionadores e cremes de hidratação de sempre, tanto os de uso diário quanto os “especiais” pra quando o cabelo não está muito bem. Nenhum Seda nem Avon (que são os que o meu cabelo aceita melhor) deu conta. A cada lavação, fios cada vez menos saudáveis…
Lembrei do shampoo e da máscaras restauradores da Bio-Médicin que experimentei no ano passado. Tenho certeza que eles resolveriam o problema, mas ainda não estou disposta – nem sei se um dia estarei – a pagar uns 100 reais por eles.
Pensei então em experimentar uma das linhas Mix-Use ou Rishon Tutanat, já que leio muitos elogios às duas marcas em outros blogs. Lá fui eu pra uma loja de cosméticos ver se encontrava (se bem que não lembrava se são vendidos em lojas). Cheguei lá, vi um monte de produtos que já usei e sabia que não resolveriam, uma ou outra marca conhecida mas que ainda não tinha experimentado e várias que nunca tinha visto ou ouvido falar. No meio de tantas opções, fiquei em dúvida e pedi ajuda pra vendedora. Ela mostrou o shampoo e o condicionador da linha T-One Raízes Oleosas/Pontas Secas, da marca Tânagra.

Era uma dessas que eu não conhecia. Cada um custava por volta de 20 reais, muito mais do que eu costumo aceitar pagar. O shampoo é sem sal, os outros que já usei deixaram o cabelo ressecado. O shampoo também é transparente, os outros que já usei pareciam não limpar bem os fios. Mas estava tão preocupada com a situação do cabelo e tão sem saber o que fazer que aceitei a sugestão.
Faz uns 10 dias que estou usando todos os dias, uma ou 2 vezes. O cheiro é muito bom! O shampoo faz bastante espuma (não gosto dos que não fazem, aumenta a sensação de que não está limpando). Logo depois de retirar a espuma, o cabelo parece mais poroso, com as cutículas abertas, mas a impressão que fica é de que está assim porque agiu mais profundamente. Assim que aplico o condicionador, essa textura desagradável some.
Não posso dizer que fez milagres. Mas, desde o primeiro dia, o aspecto melhorou bastante, o ressecamento foi embora, o frizz também, o volume voltou a ficar controlado, a oleosidade das raízes praticamente desapareceu. Só não está perfeito porque, olhando, parece super macio, mas quando toco os fios sinto que ainda poderia estar melhor, como algumas semanas atrás.
Por causa do preço, acho que vou continuar usando esse shampoo e o condicionador no dia a dia só até que esses frascos acabem. Depois devo voltar para um dos que já usava, ou talvez experimentar outra marca que não seja tão cara. Mas, se precisar novamente, pretendo comprar outras vezes, pois gostei bastante do resultado. Ou, quem sabe, ainda me convenço de que o valor não é tão absurdo assim, pois o efeito e a qualidade compensam…