Moda, Beleza e Estética
Já há um bom tempo tenho evitado usar acetona. Desde que descobri que os removedores agrediam menos as unhas, resolvi investir neles. Não foi uma troca fácil… Os removedores são mais caros e acabo usando mais quantidade do que a acetona, porque acho que eles demoram mais pra tirar todo o esmalte da unha. Mesmo assim, me habituei a usar o removedor da Avon e a acetona ficou para emergências, quando o removedor acabava e não conseguia comprar outro a tempo. Porém, como parei de vender Avon, comecei a experimentar outras marcas.
O que está em uso aqui em casa agora é o Removedor de Esmalte Original da Impala. A embalagem destaca o fato de não conter acetona, de não deixar resíduos e não ter perfume. Muita gente gosta, a marca é boa, e por isso minha irmã comprou. Eu, infelizmente, não gostei.
A facilidade de remoção do esmalte é intermediária, fica no meio caminho entre a rapidez da acetona e a dificuldade do removedor da Avon. O cheiro é bem forte e, na minha opinião, mais desagradável do que os outros. E o que acho pior: mancha minhas unhas, que ficam esbranquiçadas e ressecadas! Com o da Avon, as cutículas ficavam normais, nem hidratadas a mais, mas também não ressecadas. Com o da Impala, ficam bem durinhas, e depois tenho que hidratar bastante até que voltem a ficar como antes. É o que mais me incomoda…
Por tudo isso, não vou comprar de novo. Ainda é melhor do que acetona, mas longe de ser boa (pra mim, que fique claro) como a da Avon. Fiz um estoque de uns 4 ou 5 frascos, aproveitando uma promoção, pra não ter que arriscar com outras marcas de novo por um tempo.
Sei que é normal que um lado do nosso corpo seja um pouco diferente. Não somos perfeitamente simétricos. As unhas da mão dominante (a que você mais usa), por exemplo, crescem um pouquinho mais rápido do que as da outra mão – a diferença pode ser imperceptível, mas acontece porque a mão que é mais movimentada tem um maior fluxo sanguíneo, estimulando a renovação das células. Mas minhas cutículas precisavam também ser tão diferentes em cada mão???
De tanto ler blogs falando sobre não tirar as cutículas, comecei a tentar fazer isso também. O resultado não está sendo melhor porque eu não faço tudo direitinho: vivo esquecendo de passar o creminho nas cutículas, nas mãos, de empurrar depois do banho… Mesmo assim, já melhorou.
Na mão esquerda, as cutículas são mais finas, ao empurrar “descolam” fácil da unha e saem bem com o raspador (é esse nome?). Agora só empurro, raspo e uso o alicate apenas em uns pedacinhos que ficam muito levantados. Mas, se antes isso acontecia várias vezes em cada dedo, agora é só uma ou duas tiradinhas com alicate a cada vez. Ótimo! Claro que ainda não fica perfeito quando passo o esmalte, aparece um pouquinho, mas nada que fique horroroso.
Em compensação, na mão direita é tudo diferente. As cutículas são mais grossas, grudadas nas unhas. Quando empurradas, ficam bem aparentes e não saem de jeito nenhum com o raspador. Sem contar que, pra mim, é bem mais difícil fazer essa mão, então já não fica mesmo tão bem feita… Se passar o esmalte desse jeito mesmo, fica muito feio, parecendo que pintei há vários dias e a cutícula já cresceu bastante. Então, o que está acontecendo é que ainda preciso usar o alicate pra retirar o excesso. Não corto mais tão rente quanto antes, deixo um pouquinho, e isso está ajudando a não estimular que cresça mais ainda. Está funcionando também, mas num ritmo muuuuito mais lento.
Será que sou a única a ter tanta diferença assim de uma mão pra outra?
Na semana passada, falei sobre minhas primeiras impressões sobre o Avon Renew Ultimate Creme Transformador para Mãos e Unhas. Usei várias vezes durante esta semana, e agora posso falar melhor sobre ele.
Consegui me acostumar com a pele e as unhas brilhando depois de aplicar o creme! Agora, não acho mais que parece oleosidade excessiva, mas sim pele saudável e iluminada. Porém, a absorção não mudou… Nas “costas” das mãos, ele é bem absorvido e não cria problemas. Em compensação, nas palmas, parece que não vai ser absorvido nunca! Fico agoniada, limpando as mãos com lencinhos, parece que estão suadas. Chegou a atrapalhar muito quando usei o creme pouco antes de dirigir – e isso não acontece com o Luvas de Silicone, também da Avon, ou o Creme para Mãos Altéia + Minerais, d’O Boticário. Ah, e também não gostei muito do cheiro do creme… Não é um cheiro ruim, nem enjoativo, mas não é gostosinho como o de Altéia + Minerais ou os da Natura.
Mas devo ser justa: o efeito do creme é muito bom! Claro que não deu tempo pra avaliar a ação dele como creme antienvelhecimento, em compensação já vi que é um ótimo hidratante. As cutículas estão mais macias, a pele em volta dos cantinhos das unhas não ficou ressecada e esbranquiçada como antes e as mãos muito mais hidratadas. E tenho certeza que tudo aconteceu graças a esse creme mesmo, já que não usei nenhum outro nos últimos dias, para poder testá-lo.
Pensando nos prós e contras do creme, decidi o seguinte: não vou parar de usá-lo, já que gostei bastante da hidratação que ele proporcionou. Mas, como a má absorção na palma das mãos me atrapalha, principalmente se precisar dirigir ou digitar pouco tempo depois de aplicar, vou deixar para usá-lo antes de dormir. Pena que assim deixo de aproveitar a proteção solar… Durante o dia, vou continuar usando os outros que já tenho, e depois vou procurar outro produto que me agrade (hidrate bem e seja cheiroso) e tenha FPS.
Adoro cremes para as mãos. Acabo não usando sempre, fico uns tempos sem lembrar de usar. Mas é só sentir as mãos ressecadas que já fico incomodada. Acho que isso vem de quando escolhi minha profissão: já que os principais instrumentos de trabalho de um fisioterapeuta são suas mãos, não custa cuidar bem delas. Por isso, tenho vontade de experimentar todos os produtos que vejo, e até já falei sobre os cremes que já experimentei.
Quando li o post Tutorial: aprenda a cuidar das suas cutículas e diga não ao alicate
, no blog Unha Bonita, fiquei interessada pelo creme da Avon, Renew Ultimate Creme Transformador para Mãos e Unhas. Aproveitei uma promoção e comprei, mesmo sabendo que ele é indicado para pessoas acima de 40 anos, então eu não precisaria usar por mais uns 8 anos
. Ele chegou na sexta, e já comecei a usar. Acho que ainda não usei tempo suficiente pra poder analisar os resultados e efeitos, mas já tenho algumas opiniões sobre ele, ao menos sobre a aplicação.
Como a Daniele falou, ele deixa a pele e as unhas brilhosas. Mas eu tenho um problema com pele brilhosa, por causa da oleosidade da pele do rosto. Então, nas primeiras aplicações, esse brilho me incomodava, achava que a pele estava engordurada. Agora já me acostumei, e gosto da aparência.
Pra mim, ao contrário do que a Daniele falou, a absorção não é muito boa. Durante um tempo, parece que ele ainda está concentrado na palma das mãos, mas acho que é impressão minha, porque tento limpar com um lencinho e não muda nada. No folheto que vem dentro da caixa, fala que nas primeiras aplicações pode haver ardor, pinicação ou ressecamento da pele. Não senti nenhum desses sintomas, mas acredito que essa sensação de creme não absorvido pode melhorar com mais algumas aplicações. Ou então, ainda não me acertei com a quantidade a ser usada e estou colocando demais.
Agora, o que me intrigou mesmo foi foi uma das precauções escritas na caixa:
Evite exposição solar durante o uso do produto.
Uma das coisas que me fez comprar o creme foi ele ter FPS 15, pois assim evitaria as manchas causadas pelo sol. Normalmente, quando um produto tem seu uso desaconselhado ao sol, é porque pode causar alergia e manchas. Então, se tem FPS e protegeria do sol, porque não deve ser exposto ao sol? A Avon foi contraditória ou eu que estou louca?
Atualização: quer saber o que achei do creme depois de usar por mais alguns dias? Leia em Ainda sobre o Renew Ultimate para Mãos e Unhas.